segunda-feira, 27 de agosto de 2018

A implementação do BIM e o Controlo do Projeto

As diferentes legislações nacionais, mais cedo do que mais tarde, irão gradualmente exigir a aplicação de BIM nas obras de construção e infraestruturas do setor público. Isso significa que os projetistas, empreiteiros e as cadeias de fornecimento na indústria irão necessitar de alterar as formas de trabalho e adaptar-se à nova legislação que sairá. O objetivo é de adotar uma progressiva melhoria e com isso melhorar em paralelo de forma significativa a eficiência da indústria desde as fases de desenho, procurement, construção e gestão do projeto até à gestão operacional subsequente do ativo ao longo da sua vida.

O Que é o BIM?

A utilização de desenho a 3D tem ajudado a indústria a coordenar as características arquitetónicas, a estrutura e os serviços de mecânica, elétricos para as obras públicas. O nosso mundo é tridimensional e, como tal, ser capaz de visualizar um espaço pelo designer, o construtor e o cliente dá uma reforçada interação em volta do ativo a ser construído quando se compara com as plantas, cortes e elevações tradicionais em 2D.

O poder da modelagem em 3D permite identificar pontos críticos e detalhes de planos e secções. Além disso, o modelo 3D pode ser ligado com um plano de trabalhos para mostrar uma simulação de como se pretende construir o edifício ou infraestrutura (a modelação 4D). Se dermos um passo mais à frente e introduzirmos os custos no modelo adicionamos uma nova dimensão – agora é 5D, desta forma a informação de controlo do projeto fornece índices de custo e performance conforme se atualiza o modelo.


Um dos principais desafios de incorporar toda esta informação é a capacidade de integrá-la a partir de sistemas diferentes: o modelo 3D do ativo, a informação de higiene e segurança, o plano de trabalhos de construção, a lista de quantidades, o sistema financeiro, o sistema de gestão de ativos. O facto de ainda existirem questões de compatibilidade simplesmente na importação / exportação entre ferramentas como o Primavera P6 e o Excel – para além do complexo processo de integração de cliente / utilizador para colocar o Primavera P6 a trabalhar com a gestão de custo do Deltek Cobra – sugere que estamos num mundo muito longe da total compatibilidade que o modelo BIM exige para alcançar o BIM 5D.

Gestão da Informação – sempre na raiz do problema

Podemos pensar que o problema reside na falta de integração entre sistemas de TI para os diferentes processo requeridos para realizar o projeto. A questão reside muito mais longe daqui. É a falta de uma estratégia de gestão da informação entre diferentes disciplinas que interagem no projeto. Esta visão apoia-se ainda nas sumulas das diversas conferência de gestão da construção que acompanhei.

Demasiados processos exigem a duplicação de esforços no decurso do ciclo de vida do projeto que deveriam poder ser evitados se fosse adotada tal estratégia de gestão integrada da informação do projeto logo a um nível comparável a um PMO. Esta lacuna gera ineficiências que corroem as já reduzidas margens da indústria.
 

Como exemplo, deixem-me descrever a realidade nas nossas empresas no que se refere a esta omissão. Os empreiteiros são obrigados contratualmente a reportar as quantidades instaladas relativamente às planeadas para suportar a percentagem física de conclusão dos trabalhos que irão informar os índices dos controlos de performance do projeto. Isto significa que a Lista de quantidades necessárias trem de ser mapeada no plano do Primavera P6 ou outra ferramenta de CPM. Contudo, o estimador e o planeador durante o período de definição do plano da obra não falam um com o outro e a informação que produzem (Mapa de Quantidades e Plano) está de forma consistente desalinhada. Não são atribuídos códigos de custo às atividades do projeto. As folhas de abertura de trabalhos, na maior parte das vezes, não têm qualquer referência a um número de desenho. Em resumo, uma enorme confusão para qualquer pessoa que queira fazer algum sentido do quando e onde as quantidades de construção serão instaladas.
 

Na investigação do sentido do trabalho desta obra, quando se procuram o estimador e planeador do plano comercial para obter a informação, a mais das vezes estão já em novos contratos, quando não saíram da companhia. Vai então recorrer-se a novos recursos para por em ordem toda esta informação sem sentido e estes percorrem toda a informação para compreenderem o desenho do projeto, a sequência de construção e as suas relações com as atividades do plano do projeto, mapa de quantidades e até as folhas de abertura de trabalhos. Em todo este retrabalho perde-se tempo valioso para realinhar o Mapa de Quantidades com o plano, por forma a poder reportar de forma adequada e em conformidade com o contrato.
 

Esta situação ocorre com os empreiteiros com processos e ferramentas apropriadas, mas a realidade, na maioria dos casos, estes utilizam ferramentas de planeamento que não mapeiam nada disso e que com muita dificuldade conseguem fornecer informação confiável ao cliente – o projeto vive assim numa mentira com folhas de cálculo a serem trocadas e com percentagens definidas de forma quase aleatória. Portanto, os projetos não são geridos numa forma conforme ao contrato e os resultados enfermam de toda esta ficção. 

Ineficiências e falta de produtividade

Há muitas ineficiências observadas na indústria, tal como as questões descritas acima na forma de realização dos contratos, até à dupla aquisição de materiais e o desperdício, sequenciação inadequada da construção, retrabalhos, só para enunciar algumas. BIM visto unicamente como uma ferramenta não é a solução destas questões.

A solução é a implementação de uma estratégia de integração da informação dentro das organizações que possa fornecer informação consistente e compatível alinhada com os requisitos das diferentes etapas do ciclo de vida do ativo. A definição desta estratégia ao nível do PMO que estabelece a solução apropriada de gestão da informação é a chave deste desafio, tal como é a disponibilidade de recursos competentes para a implementar e gerir. Muito mais fácil de dizer do que fazer, claro!


Assumam que desde a etapa inicial de um projeto a solução de gestão de informação é considerada em linha com os requisitos BIM do cliente. Se a solução é implementada desde a etapa de proposta comercial irá reduzir o tempo despendido e os esforços sujeitos a erro de ligar as peças diferentes depois de o contrato ter sido atribuído ao empreiteiro. O projeto poderá então progredir através das suas fases de vida do desenho, à construção e à operação, tendo cada interface os próprios desafios de integração.

Ao nível do PMO, estes desafios devem ser enfrentados o mais cedo possível na vida do projeto e resolvidos através da inclusão das ferramentas apropriadas nos diferentes processos de gestão. Ora, na maioria a totalidade das empresas de construção nacionais nem sequer ainda pensou numa estrutura de PMO ou tão só tentou integrar com efetividade todos os processos de gestão.
 

Muitos empreiteiros orgulham-se da sua utilização ocasional da modelação 3D na realização de um ativo para um cliente. Devem lembrar-se que este é só o primeiro passo na redução das ineficiências da indústria, e só uma parte pequena do âmbito que o BIM pode realizar. Os exemplos desta utilização – embora muito poucos – surgem em áreas como a saúde, a segurança, gestão de risco e da qualidade e mostram o valor do BIM como uma inestimável ferramenta multidimensional.

Em conclusão

A junção da estratégia de gestão integrada da informação com os controlos do projeto irá melhorar a exatidão dos KPI e, se realizada de forma correta, poderá ser o primeiro passo para a criação de uma base de dados de imenso valor comercial (com informação estatística sobre a performance de todos os tipos de trabalho).

A integração BIM estará sempre condicionada à junção de desenhos, planos, custos e sistemas financeiros. Esta estratégia BIM deverá poder integrar todos os requisitos globais da indústria.


LQ

quinta-feira, 7 de junho de 2018

Extensões de tempo e Atualização do Plano

Os contratos especificam como é que um Empreiteiro tem direito a uma extensão da data de conclusão devido a eventos atribuíveis à Companhia cliente e estes devem ser determinados no âmbito de uma situação com estes fatores:
  • A data de conclusão deve ser entendida pelo impato do evento, tal como é demonstrado pela lógica do plano.
  • Assim só haverá direito a uma extensão da data de conclusão se o evento afeta o caminho crítico da rede do plano, ou seja, a cadeia de atividades sem folga.
  • Portanto o cálculo da extensão de data de conclusão está portanto totalmente dependente da integridade da rede do plano.
O que caracteriza essa integridade:
A. Corresponde à integridade do plano inicial, submetido para revisão do Cliente e, após aprovação, transformado em baseline.
B. A integridade de cada atualização do plano.
O propósito deste post é fornecer alguma orientação para a realização das atividades envolvidas com o ponto 2 – atualizações do plano.
 

Atualização regular do plano

O contrato requer que o empreiteiro atualize o plano do projeto periodicamente (usualmente o período definido contratualmente é o período de 30 dias de calendário) e a evidência de que a data contratual do projeto se mantém e quais as milestones contratuais foram alcançadas ou atrasadas.

No final de cada período, a atualização consiste em introduzir:
  1. A data de início real das atividades que começaram de fato durante o período;
  2. A data de conclusão real das atividades completadas durante o período;
  3. As durações remanescentes de cada atividade que se encontra em progresso;
  4. Qualquer evento que ocorreu no período entre as duas datas de atualização e que causou um atraso ou modificação à rede do plano do projeto.
  5. As modificações à rede de atividades do plano resultantes do melhor conhecimento alcançado durante o período acerca do projeto, como uma melhor precisão nas estimativas de quantidades, nos volumes de trabalho, na sequência, etc. que permite refinar o plano para a frente.
Portanto a atualização consiste em ajustar o agendamento do tempo de acordo com a passada performance e refinar o plano das atividades futuras.

Quando se atualiza o plano (de acordo com os 5 passos acima), o planeador usa e baseia-se num conjunto de informação, incluindo:
  • Relatórios do trabalho real completado, documentos emitidos, ordens de compra colocadas, etc.
  • Atas de reunião, permitindo identificar as questões, sobretudo as emitidas pelo Cliente que devem ser refletidas.
  • Registo de tendências, identificando questões colocadas.
Logo que estes 5 passos são realizados, o planeador irá calcular de novo o plano, realizando um forward pass, o que irá fornecer as últimas datas previstas para as atividades futuras e a Data de Conclusão do Projeto (PF).
A previsão da PF é uma estimativa que irá mudar na próxima atualização do plano. Não têm de ser tomadas ações em cada atualização do plano mesmo que a data de conclusão deslize para além da data de conclusão requerida.
Se a PF se mantiver consistentemente atrasada por várias atualizações do plano (por exemplo, por 3 períodos sucessivos), o Planeador deverá considerar um passo 6 na atualização do plano: Replanear.
6.   Isto irá consistir numa revisão dos caminhos críticos, da sequência e duração das atividades e da identificação das mudanças que podem ser feitas à execução, tal como realizar atividades em paralelo, incrementar os recursos para reduzir a duração das atividades, altera a sequência do trabalho ou o método, de forma a rever ter para a data original de PF.
Numa perspetiva contratual e comercial, a atualização do nível 3 do plano é altamente crítica visto que o nível 3 é a única ferramenta que identifica totalmente e suporta a existência de uma ligação causal entre os eventos e as suas consequências: um atraso das atividades do caminho crítico.

Só com suporte no nível 3 pode o Empreiteiro estabelecer firmemente o seu direito a uma Extensão de Tempo (ET) e identificar a parte responsável.

Extensão de Tempo

Se um evento importante impacta o caminho crítico, só o trabalho de replaneamento permitirá quantificar a dimensão desta ET e, como consequência, o custo que o Empreiteiro poderá reclamar (custos derivados do tempo).

Os caminhos críticos ficarão definidos com maior precisão e serão alterados durante a execução do projeto. Como o impacto ao caminho crítico está na base do cálculo de uma ET, é essencial que as atualizações do plano reflitam adequadamente o caminho corrente e o caminho crítico. Isto significa que o plano de nível 3 deve estar baseado no plano de execução atualizado pelo Empreiteiro do Contrato por forma a permitir avaliar o verdadeiro impacto de qualquer evento.

Todos os atrasos, adicionalmente, com origem no Cliente devem ser refletidos na atualização do plano já que é obrigação do Empreiteiro pelo contrato atualização regular do nível 3 com todos os impactos. Não registar um evento de atraso minimizará o direito do Empreiteiro a uma Extensão de Tempo. está assim entendida a importância de planear e acompanhar o nível 3 com rigor.

quinta-feira, 5 de abril de 2018

Mostrar as Variâncias

Este procedimento permite mostrar uma barra que mostra as diferenças entre as datas da baseline e as datas correntes.O P6 não tem incluída uma barra de variância mas há um modo de a criar. Vamos usar um exemplo em que as datas da baseline são as correspondentes à baseline primária e queremos mostra a barra de Variância para o fim.

Os passos são os seguintes

Vá para EnterpriseàUser Define Fields e adicione 2 novos user define fields. Para o primeiro, garanta que o Data Type é definido para Start Date. Para o segundo defina o Data Type para Finish Date.
clip_image002Vá pata ToolsàGlobal Change e crie uma nova global change. Vamos denominá-la “Store Variance Date”.
Na declaração Then estabeleceremos o primeiro parâmetro como user defined field da Star Date que criámos atrás, e tronamo-lo igual à data de baseline que pretendemos usar. Neste exemplo utilizaremos o BL1 Finish, por queremos a variância de fim.
Adicione uma nova linha à declaração de Then. Defina este parâmetro como a da ta de Fim do user defined field que foi criado no passo 1 e ponha-o igual à data corrente que quer usar. Neste exemplo será Finish porque pretendemos usar uma variância de fim. Clique OK.

Clique Apply Change para aplicar a Global Change. De seguida na janela de relatório clique em Commit Changes. Irá perguntar se quer guardar o ficheiro do relatório e isso é consigo fazer ou não.
Quando terminar a aplicação da global change, vá para View Bars para adicionar uma nova barra no botão Add.
Dê à barra o nome que quiser, por exemplo “Variance Bar”. Na coluna Timescale escolha User Dates. Na coluna de User Start Date coloque a Start date do user defined field criado atrás. Na coluna de User Finish date ponha a Finish date do user defined field criado. Qualquer formatação a fazer a isto será opcional. Clique OK. Está feito!
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Barra de Variância para Milestones

Se pretender mostrar a Variância nas Milestones o processo é o mesmo except que a Global Change deve ser a seguinte (porque as Start Milestone só têm data de início.
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Para ver somente as variâncias das Milestones deve alterar o filtro de All Activities para Milestones no menu de Bars.

quarta-feira, 4 de abril de 2018

Reporting com 4 Weeks Look Ahead

Uma vez que o plano do projeto foi criado, foi criada a baseline e começou a execução vai iniciar-se o processo de acompanhamento do progresso. Em apoio a este esforço, não é raro pretender mostra todas as atividades que ocorrem em digamos, as próximos 4 semanas.
Uma boa prática reconhecida incentiva a que se concentre em elencar os próximos passos necessários para manter o avanço do progresso do seu projeto. A beleza da Primavera P6 é que ele pode exibir tudo o que começa ou está em progresso ao longo dos próximos 4 semanas. Estes são os próximos itens do trabalho no seu cronograma do projeto.

O Primavera P6 Professional tem características de filtro que permitem escrever uma rotina de filtro para exibir os itens da próxima etapa. Então, se está apenas a reportar o que está próximo, no futuro próximo ou quer acompanhar o progresso do cronograma, este recurso a um filtro apoia o esforço. Neste post vamos mostrar como criar um filtro para quatro semanas à frente para facilitar o acompanhamento do progresso.
A Figura 1 abaixo mostra um projeto de demonstração.


Figura 1
Este é um plano que progrediu um mês, Janeiro. As barras azuis no gráfico de Gantt indicam o trabalho concluído, enquanto o vermelho e verde indicam trabalho crítico e não crítico futuro, respetivamente. Para criar um filtro selecione o ícone de filtro, a Figura 2.

Figura 2
O que faz mostrar o diálogo de Filtros, Figura 3.

Figura 3
Este diálogo tem três secções: filtros padrão que vêm de fábrica com o P6, filtros globais criados pelo administrador do sistema e filtros definidos pelo utilizador. Queremos criar um filtro definido pelo utilizador, de modo a destacar na seção definida pelo utilizador e selecione + Novo. Agora queremos capturar todas as atividades que começam nas próximas quatro semanas, de modo que a primeira linha de nosso filtro seja como na Figura 4.

Figura 4
O parâmetro que estamos a usar é 'Start'. equivalência é "Within range of". O valor baixo é Data Date (DD). O DD é a última data até onde foi registado o progresso. A razão pela qual nós selecionamos DD e não a data atual (CD), que é a data de hoje, é porque queremos que as atualizações meçam o progresso desde a último dia em que foi gravado o progresso no nosso projeto.

Se essa é a nossa intenção, então queremos que as quatro semanas de foco devam começar na DD e não na CD, que pode ser diferente do DD. O valor alto é DD mais 4W (quatro semanas). Vamos testar o nosso filtro, Figura 5.

Figura 5
Na Figura 5 vemos que todas as atividades que começam nas próximas quatro semanas de fevereiro, são exibidas. O único problema é que as atividades que começaram em janeiro, mas continuam em fevereiro não são exibidos. Portanto, precisa adicionar uma outra linha de código para a rotina de filtro.
Na linha dois do nosso filtro capturamos todas as atividades que começaram em janeiro, mas estão em progresso durante as próximas quatro semanas de fevereiro. Como apresentado na Figura 6, o parâmetro é 'Activity Status, a equivalência é "igual", e o valor é "In Progress".

Figura 6
Com esta nova linha adicionada ao filtro, testamos a sua eficácia, ver Figura 7.

Figura 7
O que aconteceu? Agora o filtro não mostra nenhuma atividade.. O problema é que o primeiro parâmetro, que é o padrão, é ‘All of Foillowing?, Figura 8.

Figura 8
Isto coloca uma condição de And depois de cada linha de código. Este ‘And’ significa que ambas as linhas de código, quer a primeira como a segunda, sejam verdadeiras para que essa atividade seja mostrada. Mas, não há atividades que respondam ao critério porque não pode haver atividades que estejam em progresso e se iniciem nas próximas quatro semanas. Na Figura 9 temos o código com o parâmetro correto que é ‘Any of the following’.

Figura 9
Como mostra a Figura 9, esta opção coloca o código ‘Or’ entre a primeira e a segunda linha. Agora o código do filtro captura todas as atividades que começam nas próximas quatro semanas ou estão em progresso. Na Figura 10 vemos o relatório resultante do agendamento.

Figura 10

Em Suma

A funcionalidade de Filtro do Primavera P6 é robusta e flexível e permite criar o código que suporte o reporting de progresso do agendamento.

O ponto-chave para se lembrar é observar se o seu parâmetro de origem está definido para "All of the following" ou "Any oif the following". Isso determina se todas as linhas de código devem ser verdadeiras para cumprir os critérios de filtro ou uma qualquer linha de código deve ser verdadeira. Este fato deve ser a primeira configuração a olhar para verificar como começa a solucionar o código de filtro.